FEIRA DO LIVRO: Alunos de escola
municipal apresentam projeto ecológico
Trabalhos ficarão expostos durante a Feira
Papel, água, liquidificador e telas. Um público atento e explicações
ainda tímidas, porém muito esclarecedoras. Gislaine Pagnussatt, 14 anos, Naéle
Wilhele, 13 e Bruna Branco, 12, são alguns dos 65 alunos que fazem parte do
projeto piloto Ateliê de Arte Papel Reciclado, realizado na Escola Municipal
Eladir Skibinski.
Os trabalhos feitos pelo grupo estão expostos na 9ª Feira do Livro, em um espaço localizado próximo a Biblioteca Móvel. Lá, os meninos e meninas demonstram o processo de fabricação do papel reciclado, e o que pode ser feito com os materiais produzidos. Entre eles, flores, cartões, marcadores de páginas, e até mesmo objetos de decoração.
Para Gislaine, Naéle e Bruna, um motivo de orgulho. “Meus amigos me procuram para entregar os papéis que eles não usam mais na sala”, relata Bruna. Já Naéle confessa que tentou realizar em casa o processo de produção dos papéis. Com a oficina, Gislaine percebeu as possibilidades de uso dos materiais descartados. “O que antes ia pro lixo, agora é reaproveitado”, explica.
Os crachás usados pelos alunos expositores na Feira foram confeccionados por eles mesmos. A estampa das camisetas que eles vestem, também.
Sandy Freiberger, 13 anos, é aluna do projeto e fará os convites de seu aniversário com papel reciclado. Sua mãe também trabalha com esses materiais e colabora com ideias e ações que contribuem nas aulas da filha. “Ela já visitou a oficina e tudo”, conta Sandy.
O jovem Leonardo Wolff, 16 anos, antes “só sabia jogar futebol”, segundo ele. Com o ateliê, aprendeu uma nova forma de reciclar, criar e contribuir para o meio ambiente. “Até minha mãe quer fazer as aulas”, comenta.
Chaiane de Souza, 12 anos, procura separar até o lixo de casa, para posteriormente, utilizá-lo – hábito criado após a oficina.
Desde o início do ano letivo, as atividades são desenvolvidas, mas foi no dia 29 de março que o projeto oficialmente começou.
Conforme a auxiliar de direção, Nazaré Costa, a iniciativa surgiu para colaborar na inserção social dos alunos da região. “Nossa escola está localizada em um bairro onde muitos dos pais trabalham com reciclagem”, enfatiza. Para que os estudantes se sintam parte da sociedade e não diminuídos perante os demais, houve a ideia da oficina.
Em quatro horas semanais – durante dois dias por semana - os alunos participam das atividades, que servem como um contraturno escolar. As aulas oferecidas despertaram o interesse dos matriculados. “Temos muita procura pela oficina”, reforça Nazaré.
Uma parceria estabelecida com a Secretaria de Educação possibilitou a realização das aulas, e disponibilizou uma professora para se dedicar integralmente ao projeto.
Consciência ecológica
A professora Valquíria Inês Artner Pereira orgulha-se do trabalho feito. Afinal,os resultados são observados não somente nos materiais produzidos, mas nos novos hábitos cultivados pelos alunos da escola. Ela leciona a oficina e já observa a mudança de comportamento. Antes de ser designada para a atividade, Valquíria trabalhava em outra escola, onde também se dedicava a projetos que envolviam reciclagem.
Agora, a frente da turma, motivos para comemorar não faltam. Em menos de seis meses de trabalho, todas as crianças e adolescentes envolvidos demonstram maturidade. “Eles percebem a importância e se sentem úteis”, salienta. No mural que faz parte da exposição, frases impressas em papéis feitos pelos alunos com mensagens que convidam a reflexão.
Conforme a professora, é extremamente gratificante perceber que a finalidade da reciclagem vai além. “O que fazemos é mínimo. Mas a gente está fazendo a nossa parte”, diz.
Para quem deseja conferir os materiais produzidos pelos alunos, basta visitar a 9ª Feira do Livro. A exposição ficará aberta de segunda a sexta-feira, até o final da programação.
Francine Ribeiro - SECOM Prefeitura
Os trabalhos feitos pelo grupo estão expostos na 9ª Feira do Livro, em um espaço localizado próximo a Biblioteca Móvel. Lá, os meninos e meninas demonstram o processo de fabricação do papel reciclado, e o que pode ser feito com os materiais produzidos. Entre eles, flores, cartões, marcadores de páginas, e até mesmo objetos de decoração.
Para Gislaine, Naéle e Bruna, um motivo de orgulho. “Meus amigos me procuram para entregar os papéis que eles não usam mais na sala”, relata Bruna. Já Naéle confessa que tentou realizar em casa o processo de produção dos papéis. Com a oficina, Gislaine percebeu as possibilidades de uso dos materiais descartados. “O que antes ia pro lixo, agora é reaproveitado”, explica.
Os crachás usados pelos alunos expositores na Feira foram confeccionados por eles mesmos. A estampa das camisetas que eles vestem, também.
Sandy Freiberger, 13 anos, é aluna do projeto e fará os convites de seu aniversário com papel reciclado. Sua mãe também trabalha com esses materiais e colabora com ideias e ações que contribuem nas aulas da filha. “Ela já visitou a oficina e tudo”, conta Sandy.
O jovem Leonardo Wolff, 16 anos, antes “só sabia jogar futebol”, segundo ele. Com o ateliê, aprendeu uma nova forma de reciclar, criar e contribuir para o meio ambiente. “Até minha mãe quer fazer as aulas”, comenta.
Chaiane de Souza, 12 anos, procura separar até o lixo de casa, para posteriormente, utilizá-lo – hábito criado após a oficina.
Desde o início do ano letivo, as atividades são desenvolvidas, mas foi no dia 29 de março que o projeto oficialmente começou.
Conforme a auxiliar de direção, Nazaré Costa, a iniciativa surgiu para colaborar na inserção social dos alunos da região. “Nossa escola está localizada em um bairro onde muitos dos pais trabalham com reciclagem”, enfatiza. Para que os estudantes se sintam parte da sociedade e não diminuídos perante os demais, houve a ideia da oficina.
Em quatro horas semanais – durante dois dias por semana - os alunos participam das atividades, que servem como um contraturno escolar. As aulas oferecidas despertaram o interesse dos matriculados. “Temos muita procura pela oficina”, reforça Nazaré.
Uma parceria estabelecida com a Secretaria de Educação possibilitou a realização das aulas, e disponibilizou uma professora para se dedicar integralmente ao projeto.
Consciência ecológica
A professora Valquíria Inês Artner Pereira orgulha-se do trabalho feito. Afinal,os resultados são observados não somente nos materiais produzidos, mas nos novos hábitos cultivados pelos alunos da escola. Ela leciona a oficina e já observa a mudança de comportamento. Antes de ser designada para a atividade, Valquíria trabalhava em outra escola, onde também se dedicava a projetos que envolviam reciclagem.
Agora, a frente da turma, motivos para comemorar não faltam. Em menos de seis meses de trabalho, todas as crianças e adolescentes envolvidos demonstram maturidade. “Eles percebem a importância e se sentem úteis”, salienta. No mural que faz parte da exposição, frases impressas em papéis feitos pelos alunos com mensagens que convidam a reflexão.
Conforme a professora, é extremamente gratificante perceber que a finalidade da reciclagem vai além. “O que fazemos é mínimo. Mas a gente está fazendo a nossa parte”, diz.
Para quem deseja conferir os materiais produzidos pelos alunos, basta visitar a 9ª Feira do Livro. A exposição ficará aberta de segunda a sexta-feira, até o final da programação.
Francine Ribeiro - SECOM Prefeitura

